Sócios: Pernambucanas

A empresa nasceu da visão de um imigrante sueco chamado Herman Theodor Lundgren, que chegou ao Brasil em 1855. Após passar um tempo no Rio de Janeiro e depois em Salvador, estabeleceu-se no Recife. Foi no Estado de Pernambuco que empreendeu de maneira extraordinária, tendo assumido atribuições consulares e desenvolvido negócios na fabricação de pólvora, cera de carnaúba, usina de açúcar e na produção de tecidos por meio da Companhia de Tecidos Paulista, adquirida em 1904. Teve cinco filhos. Deixou para um deles, Arthur Lundgren, o legado preparado para a criação de uma rede de comércio que viria a ser inaugurada em 1908 como Casas Pernambucanas. Esse empreendimento foi então tocado desde seu início por Arthur e sua mãe, Ana Elisabeth Stolzenwald, pois um ano antes Herman havia falecido. A empresa sempre foi familiar e continua com sua essência e valores desde então, e acompanhando o desenvolvimento social e econômico do país.

A Pernambucanas possui um modelo de negócio diferenciado no Brasil, que oferece produtos de quatro categorias distintas – Lar (cama, mesa, banho, tapetes e cortinas); Vestuário (feminino, masculino, infanto-juvenil, lingerie e acessórios); Utilidades para a Casa (cama, mesa, banho e decoração), Eletroeletrônicos; e ainda oferece serviços financeiros, como empréstimos e seguros.

Entre os desafios encontrados atualmente no setor, está a redução da atividade econômica advinda de uma maior cautela no otimismo dos consumidores, a carga tributária na cadeia têxtil e a crescente competitividade pela entrada de novos players. Com isso, para manter um lugar de destaque no mercado, a Pernambucanas aposta em seus principais diferenciais: diversidade, preço e atendimento. 

Quanto às expectativas do mercado, a Pernambucanas acredita que da mesma forma que observou um crescimento de 2013 sobre o ano anterior, 2014 será um ano melhor, mas não a ponto de acreditar que o setor viverá em um oásis. Será preciso continuar investindo muito em tecnologia de vestuário, tendências, moda e estilo, mas também gerir os negócios de forma segura na ponta dos custos. Qualquer previsão mais distante será mera especulação, pois a melhoria nas vendas dependerá de uma série de outros fatores como as regras às quais as empresas são submetidas, incentivos e uma carga tributária mais simplificada e menos onerosa.

A Pernambucanas se associou à Acil por acreditar que um setor forte se constrói através da união de empresas e da coordenação de uma entidade que trabalhe em seu benefício, como faz a Acil.

Informações concedidas pela área de Comunicação institucional 
da Pernambucanas

Contato: A.v 29 de Agosto, 368 - Centro – Leme/SP - (19) 3571-1073

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