ÁREA DO ASSOCIADO

18/05/2020

O novo consumidor pós-Covid - Pesquisa Mesa Redonda McKinsey



Esse documento foi elaborado para entender as mudanças do comportamento de consumo no Brasil durante o período de pandemia Covid-19. Além das mudanças sociais, há implicações na economia, nos negócios e na empregabilidade. 

Considerações: Mudanças no comportamento de consumo serão substanciais e parte delas devem permanecer pós Covid; é imprescindível “agir agora

As empresas resilientes (receita e custo) criam vantagens duradouras; o Digital & Analytics vão encabeçar as transformações; mais do que antes, marcas devem ter clareza de suas promessas e propostas de valor (e agir de acordo com elas).

Seja resiliente

Empresas resilientes direcionam esforços para os 3Rs simultaneamente: Responder, Retornar e Reimaginar
O que os resilientes fazem? Destravam o balanço, se transformam rápido, têm uma mentalidade além da crise, planejam M&As (acordos, união), adaptam modelo operacional.

 

A crise COVID-19 acelerou o processo de digitalização do Brasil.

O consumidor brasileiro começa a realizar online atividades que não imaginava antes da crise. Isso implica em:

- Go-to-market digital acelerado (e-comm, plataformas,omni, D2C para indústria);
- Rede de lojas físicas repensada:
- Aceleração do investimento em mídia digital, em especial a mídia de resposta direta/performance;
- Aumento da captação de dados dos consumidores de forma direta ou em parceira (construção de CDP);
- Não basta estar online, a experiência (UX) deve ser continuamente melhoradas;
- Novas oportunidades de negócios – “plataformização”/ ecossistemas da oferta de serviços. 

Ao “Consumo Repensado” o Brasil passa pela Expectativa severa de corte de gastos motivada por insegurança financeira acompanhada de reflexão sobre real necessidade de consumo; 

- Trade down (produtos substituídos por marcas com preços mais acessíveis): na Europa, entre Gen Z e Millenials,
- ˜50% estão comprando produtos mais baratos do que antes da crise;
- Trade up (valorização de determinados tipos de mercadoria): indulgência motivando trade up seletivamente;
- Consumidores mais abertos a consumo de segunda mão.
Por consequências, há um Sortimento acessível e indulgente;
- O Comunicar com contundência o “vale o que quanto paga” (value for Money);
- Novos modelos de negócios (ex. aluguéis, venda de produtos de segunda mão, trocas);
- Estar atento ao que está acontecendo no PDV para identificar novos padrões.

Por “Aumento da Infidelidade”, no Brasil 25% dos consumidores estão frequentando novas lojas e de 30 a 40% estão comprando novas marcas.

- O foco está nos consumidores leais; 
- Necessário assegurar disponibilidade de produtos em canais chave;
- Explorar conexões afetivas entre marcas e consumidores. 

Por “Consumo Seguro” a preocupação com saúde e contaminação deve continuar na mente dos consumidores e as máscaras serão parte do novo normal e devem afetar uso de algumas categorias (ex. maquiagem), o que implica em:

- Repensar layout  e rotinas em lojas para passar maior sensação de segurança a consumidores;
- Redefinir experiência em loja pensando em experimentação e relacionamento “sem toque”;
- Para venda direta, repensar modelo à luz da digitalização de consumidores, segurança de saúde e preservação do relacionamento;
-  Rotinas de venda remotas, aceleração do B2B digital.

Veja o material na íntegra e entenda as mudanças de consumo esperadas para o “Novo Normal”



 


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